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31 de out de 2013

Tecnologia: os vidros e o sol

# Especial de vidros (parte 4)


Aqui falaremos do uso de vidros para controle da incidência solar tanto quanto para a captação de energia do sol.

Imagem: fonte

No post anterior, vimos dois tipos de vidros usados para controle solar: os pirolíticos (vidros espelhados) e os vidros coloridos impressos, com cores escuras. Este efeito também pode ser conseguido com a aplicação de películas específicas. As disponíveis no mercado oferecem, além do controle solar, resistência ao rasgo e maior segurança no caso de estilhaçamento do vidro, pois são projetadas para prender o vidro quebrado. Além disso, a diminuição da incidência solar diminui gastos com refrigeração (ar condicionado) e permite maior vida útil aos móveis e objetos expostos. Essas películas são conhecidas popularmente por "Insulfim", porém este é o nome de apenas uma das marcas que disponibilizam o material.


O acabamento da película de controle solar pode ser espelhado como os vidros pirovíticos ou apenas translúcidas, variando as tonalidades de cor. 
Imagem: fonte

É importante lembrar que hoje não é necessário ficar com esse visual escuro dentro de casa para ter controle solar:

Imagem: fonte

É possível ter uma solução quase transparente:

Imagem: fonte
Agora, se você quer controle solar e privacidade, recomendamos películas translúcidas como a da imagem abaixo. 

Para saber mais sobre as películas translúcidas (com efeito jateado), ler: aqui.

Alertamos para não escolher as películas refletivas com a finalidade de dar privacidade, pois há o efeito de inversão durante o período da noite. Isso porque, de dentro de casa, com as luzes acesas, é possível ser visto por quem estiver do lado de fora no escuro e o efeito espelhado se inverte, não sendo possível ver de dentro para fora.



Além do controle da incidência dos raios do sol, estão sendo desenvolvidas também tecnologias para a captação de energia solar. Todo mundo conhece o painel solar fotovoltaico, não?

Imagem: fonte

Esta tecnologia já está sendo utilizada em fachadas de prédios para captação de energia nas faces com sol. É uma boa ideia, pois permite transformar o prédio em uma "usina" de energia solar, mas a instalação ainda é cara e o visual das placas ainda dá recursos estéticos limitados.


Isso pode mudar com o desenvolvimento do vidro solar: um vidro transparente e colorido, que está sendo desenvolvido por uma empresa britânica incubada na universidade de Oxford. O mais interessante é que essa tecnologia pode baratear em cerca de 10 vezes o custo que se tem hoje para instalação de painéis fotovoltaicos.

Fonte: Planeta sustentável

Aliás, as universidades UCLA e MIT dos Estados Unidos também estão na corrida pelo desenvolvimento de células solares transparentes.


Notícias: MITUCLA
Até lá, enquanto esses protótipos não se desenvolvem para comercialização, a empresa 3M estampa orgulhosa sua película solar, que pode ser aplicada em vidros comuns e em prédios residenciais:


De qualquer forma, essa película revoluciona a instalação e o conceito de painéis para captação de energia solar, além de ser 50% mais barata que o convencional painel fotovoltaico. Mas apesar do custo mais baixo, a geração de energia desta película é apenas 20% da que o painel tradicional gera. A empresa garante que é só o começo.

Provavelmente teremos boas novidades neste campo para os próximos anos!

Érica Marina

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