Google+

29 de out de 2013

Vidros inteligentes

# Especial de vidros (parte 2)


No post anterior, mostramos opções em películas que transformam o vidro transparente em translúcido. Entretanto, com o desenvolvimento de novas tecnologias, é possível ter as duas opções em uma só!



É o máximo, não? Esse tipo de tecnologia de controle da passagem de luz é chamada genericamente de vidro inteligente. Já existem no mercado algumas opções: o cristal líquido, os vidros eletrocrômicos e o SPD (suspended-particle-device). 


Segue a diferença entre eles, explicada com clareza pelo site Arquitetura.com, que aqui resumimos:

A opção de cristal líquido é fabricado por um processo de laminação de dois vidros com um filme de cristal líquido com polímeros dispersos. Em condições normais, ele tem aspecto leitoso, mas quando submetido à voltagem, a nova organização das moléculas torna o vidro incolor e permite a passagem de luz.  Essa opção é a menos econômica, pois para que isto ocorra se necessita que haja uma corrente elétrica constante. Além disso, o cristal líquido é transparente ou incolor, sem passar por estados intermediários, ele simplesmente bloqueia a luz, o que o limita a certas aplicações em interiores.

Os vidros eletrocrômicos, são mais econômicos, pois consistem em duas placas de vidro com diversas camadas microscópicas entre elas que requerem somente uma descarga elétrica para mudar sua opacidade. Essa mudança pode ser ativada manualmente ou por sensores que reagem à claridade do ambiente (intensidade da luz).

Competindo com os vidros eletrocrômicos temos o vidro inteligente SPD, que são construídos utilizando-se de duas placas de vidro separadas por uma película condutora com partículas microscópicas suspensas que absorve a luz. Quando nenhuma tensão elétrica é aplicada à película, estas partículas absorvem a luz, escurecendo o vidro. Quando a tensão é aplicada às partículas se alinham e permitem que a luz passe completamente. Simplesmente ajustando a tensão elétrica manualmente ou automaticamente, a quantidade de luz de luz que passa pelo vidro SPD pode ser controlada rapidamente e com precisão. O único inconveniente é que este tipo de vidro continua necessitando que haja uma fonte de energia para manter o vidro transparente.


Temos uma novidade ainda em protótipo, lançada pela empresa SONTE, que além do controle da luminosidade também permite que o vidro se transforme em tela de projeção, acionada e controlada por smartphones ou tablets. Podendo ser instalada pelo próprio usuário final, é uma alternativa simples e econômica às anteriores de acordo com a empresa. E o aplicativo pode ser baixado gratuitamente! Veja o vídeo e se encante:



Érica Marina

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...